Mental masturbation into a string of unordered characters.
Tuesday, July 14, 2009
Graças à Internet e através da resposta a algumas perguntas finalmente consegui compreender a minha posição política que até agora pensava ser algo desprovida de sentido... O meu historial de votos e as minhas afinidades com posições políticas sobre vários temas ao longo do tempo têm estado sempre na proximidade do circulo que obtive como resultado.
Vale a pena experimentar este inquérito (especialmente desenhado para as Europeias): http://www.euprofiler.eu/
Wednesday, July 08, 2009
Depois da imagem de espelho Londrina sobre os sons da Sierra Leone, este fim-de-semana foi de mistura, com especial destaque para outros sons quentes, um pouco mais a Norte do que a Sierra Leone e ouvidos um pouco mais a Sul, já entre os arvoredos da Serra da Arrábida:
Foram os Tinariwen, têm origem nos anos 70, no seio de rebeliões Touareg no Norte de África e estão actualmente baseados no Mali. Fizeram parte do cartaz do primeiríssimo Arrábida World Music. A sua música tem um carácter hiptonizante e congrega elementos de melancolia, alegria e resistência. Mais formalmente encontra-se uma forte estrutura étnica dos povos Tuareg e da cultura árabe, envolta numa base jazzística contemporanea. O resultado é um som cativante e psicadélico, extremamente envolvente, tal vento quente do deserto passadas algumas horas do pôr-do-sol.
Thursday, July 02, 2009
Ritmos deliciosos vindos dos subúrbios Londrinos numa noite de chuva quente
Eles são A.J. HOLMES & THE HACKNEY EMPIRE e fazem música por um lado revivalista, quente, com raízes Africanas e por outro lado, refrescante, descontraída, com elementos de electrónica que chegam a ser algo cómicos e de paródia.
Friday, June 26, 2009
Um tema um pouco mais comercial do que costumo tolerar, que me entrou pelos ouvidos a dentro e já não sai:
E à falta da sessão de relaxamento com taças tibetanas e outros instrumentos que costumo fazer à sexta estou a apreciar imensamente este um pouco mais cedo do que é normal:
As meninas da electrónica soft, dos riffs loopados, dos loops riffados, e, ocasionalmente, da música de cozinhar estão de volta.
"Still Night, Still Light", talvez um título a antever as noites cheias de luz que se podem apreciar nas latitudes mais a Norte por estas alturas de equinócio solar.
"Still Night, Still Light" não vem decepcionar quem já gostou dos álbuns anteriores. Trás novamente composições de dois coros simultâneos, o das teclas e o das vozes. Os temas continuam também a oscilar entre uma felicidade contida mas bem vincada e uma nostalgia permanente. Alguns temas são mais naturais e soam mais acústicos que nunca, é disso exemplo a doce e curta "Take me as I am". Em "Tell Me" começam com um intro longo, instrumental, minimal, que cresce para ter um ritmo electrónico e para um refrão melódico. Igualmente de forma progressiva é introduzida a voz que narra uma utopia. Fá-lo com uma cadência em espiral que prepara um final em crescendo instrumental: muito agradável. Os longos intros repetem-se noutros temas: "The Last One" e "Trace a Line", mas nestes casos com uma melodia mais virada para o lado nostálgico.
Para que possam ouvir por vocês mesmos aqui fica um cheirinho (quase completo) do Still Night, Still Light:
E para não quebrar com a já instaurada tradição aqui da casa, e à falta de video-clips, ficam também não um mas dois live-clips do youtube:
Gosto particularmente da câmara tipo fish-eye deste segundo clip, faz-me lembrar algumas lomos. Também gostei da percursão natural que usam ao vivo, isso é já uma mudança que este novo álbum veio trazer às suas prestações.
Monday, June 15, 2009
A saga do bilhete para Coco Rosie
Pois é, ontem já tarde, ia eu pegar nuns trabalhos que trouxe de férias, naturalmente relegados para os últimos minutos, lembrei-me de ver se faltava muito tempo para os próximos concertos.
Pois bem, foi assim que me deparei com menos de uma semana para o primeiro, Coco Rosie no CCB e com o segundo, de Yann Tiersen, já praticamente esgotado. Como ainda tinha lugares decentes para as Coco Rosie, mas poucos, decidi comprar o bilhete online, na Ticketline.
Como sempre usei o MBNet para fazer o pagamento (não tenho dinheiro, nem paciência, para estar a suportar um cartão de crédito "real" com anuidades...).
Primeira tentativa: erro: "/"... nada de bilhete e o valor tinha sido debitado do cartao.
Bem, nisto vou de sacar de um email de reclamação. A resposta prevista: "Iremos devolver o valor, não registamos a sua compra. Tente de novo.".
Segunda tentativa: erro: "/", novamente bem vermelho e novamente o valor debitado do cartão. Novo email de reclamação ("nem nos anos 90 os sites de comércio electrónico tinham este tipo de azelhices... não volto a comprar no vosso site.").
Ainda estou para ver as devoluções.
Quanto ao concerto, acabei por ter de ir a uma fnac comprar o bilhete, sem comissões, e já agora 3 eur mais barato, porque já não havia lugares de jeito na 1ª plateia.. Agora espera-se que o concerto valha a pena ;)