"When the day is done
Down to earth then sinks the sun
Along with everything that was lost and won
When the day is done.
When the day is done
Hope so much your race will be all run
Then you find you jumped the gun
Have to go back where you began
When the day is done.
When the night is cold
Some get by but some get old
Just to show lifes not made of gold
When the night is cold.
When the bird has flown
Got no-one to call your own
Got no place to call your home
When the bird has flown.
When the games been fought
You speed the ball across the court
Lost much sooner than you would have thought
Now the games been fought.
When the partys through
Seems so very sad for you
Didnt do the things you meant to do
Now theres no time to start anew
Now the partys through.
When the day is done
Down to earth then sinks the sun
Along with everything that was lost and won
When the day is done."
Tuesday, May 13, 2008
Sunday, May 11, 2008
Thursday, May 08, 2008
The Internet has this kind of thing...
How would I know that this blog is mostly read in:
1. Lisbon, Lisboa, Portugal
2. Oxford, England, United Kingdom
3. Amadora, Lisboa, Portugal
4. Montreal, Quebec, Canada
5. Porto, Porto, Portugal, Portugal
6. Peterborough, Ontario, Canada
7. Bristol, England, United Kingdom
8. Warsaw, Mazowieckie, Poland
9. Amsterdam, Noord-holland, Netherlands
10. Rio De Janeiro, Rio De Janeiro, Brazil
E dentro de Portugal:
1. Lisbon, Lisboa, Portugal
2. Amadora, Lisboa, Portugal
3. Porto, Porto, Portugal
4. Maia, Porto, Portugal
5. Aveiro, Aveiro, Portugal
6. Vila Nova De Gaia, Porto, Portugal
7. Matosinhos, Porto, Portugal
8. Abrantes, Santarem, Portugal
9. Coimbra, Coimbra, Portugal
10. Viseu, Viseu, Portugal
It really makes me wonder. Shouldn't I be able to see some of the faces that have been looking into my words?!
How would I know that this blog is mostly read in:
1. Lisbon, Lisboa, Portugal
2. Oxford, England, United Kingdom
3. Amadora, Lisboa, Portugal
4. Montreal, Quebec, Canada
5. Porto, Porto, Portugal, Portugal
6. Peterborough, Ontario, Canada
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E dentro de Portugal:
1. Lisbon, Lisboa, Portugal
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4. Maia, Porto, Portugal
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9. Coimbra, Coimbra, Portugal
10. Viseu, Viseu, Portugal
It really makes me wonder. Shouldn't I be able to see some of the faces that have been looking into my words?!
Monday, May 05, 2008
Monstra de animação em Lisboa...

(e depois acho que nunca tenho tempo para nada)
Mas tenho de ir provar um pouco disto, ah sim. Especialmente depois do saborzinho que o Mr. Wallace e o meu herói preferido, o Gromit, me deixaram na boca este fim-de-semana. Aos bocadinhos vi "A Maldição do Coelho Homem", que foi o 1º filme que vi em HD. Que fofo!
On: Yellow Submarine, The Beatles

(e depois acho que nunca tenho tempo para nada)
Mas tenho de ir provar um pouco disto, ah sim. Especialmente depois do saborzinho que o Mr. Wallace e o meu herói preferido, o Gromit, me deixaram na boca este fim-de-semana. Aos bocadinhos vi "A Maldição do Coelho Homem", que foi o 1º filme que vi em HD. Que fofo!
On: Yellow Submarine, The Beatles
Sunday, May 04, 2008
Se de um filme do Wong Kar Wai podia esperar bastante, de um filme do Wong Kar Wai, com Norah Jones no papel principal, e na banda sonora, e com a presença da Chan Marshall, também na banda sonora, como Cat Power, esperava imenso.
Fiz os possíveis para não ter demasiados detalhes sobre o que ia ver, de maneira de não influenciar ainda mais a minha expectativa. Isso passou por ter de desligar a TV que passava uma entrevista com a Norah Jones enquanto eu acordava para mais uma etapa do meu zapping em noite de insónias.
Reparo agora que a parte mais fantástica da minha tentativa de isolamento de eventuais spoilers foi mesmo não ter reparado na foto do cartaz do filme, que por acaso é da última cena e por si estragar-me-ia todo o encanto. Tenho de agradecer às minhas dioptrias por esta!
A emoção, forte, cortante, desesperante, é a personagem principal neste filme, e não é de forma alguma estreante nos filmes de Wong Kar Wai. A estética visual, musical (Oh! e como a música é soberba nos filmes dele) e até mesmo de argumento é um meio para atingir o fim que é expressar esta emoção. A emoção é principalmente composta pelo desespero amoroso, daquele de que a maioria não seria capaz de escapar. É interpretada por vários personagens ao longo do filme, em variações mais e menos exasperantes.
A fotografia está bastante boa, como era de esperar, e também inovadora q.b..
A representação, para mim, é um dos pontos fortes do filme. A estreia da Norah Jones
num papel principal não poderia ter sido melhor. Já a Chan Marshall me deixou um pouco mais confuso. Via-se muito confiança nos olhos dela, era o que esperava da ex-namorada Russa, mas a falta de qualquer sotaque para uma personagem Russa pareceu estranha. É interessante que o facto de o sotaque não ter existido foi resultado de um pedido do Wong Kar Wai. Talvez seja boa ideia espreitar esta pequena entrevista feita à Chan Marshall (Knockin' On Chan Marshall's Door).
Quanto à música tenho de me questionar, porque não percebo qual é a forma que Kar Wai usa para me fazer apaixonar por peças musicais que noutros contextos nunca me tinham tocado daquela forma. Foi por causa dele que ganhei uma especial paixão pelas músicas do Nat King Cole em Espanhol e sinto neste momento a música da Cat Power a ganhar nova dimensão em mim.
My Blueberry Nights vai concerteza ser um filme muito comentado, e potencialmente classificado como uma versão ocidental do "In the Mood for Love". Mas não foi isso que eu vi neste filme. Confesso que não gostava tanto de um filme assim, de difícil digestão, há muito, muito tempo...
Wednesday, April 30, 2008
Estranhamente acho que não costumo fazer reviews de concertos a que não vou sozinho... mas é capaz de sair daqui uma excepção, apesar de muito fraquinha.
28 de Abril, Aula Magna de Lisboa, sala cheia, concerto esgotado.
Uma entrada tardia fez-me ficar mais longe do que gostava.
José González sobe ao palco, consigo traz 1 guitarra que virá a ter uma relação muito estreita com os microfones durante todo o concerto. Traz também as suas quatro mãos e uma voz que gostava de ter ouvido, só para experimentar, sem o eco com que é sintetizada.
Eu disse "Dá-lhe Zé!", ele deu-lhe, e muito. A perfeição e a sintonia da sua performance surpreenderam-me. Não esperava uma execução tão perfeita, um som tão bem afinado, uma voz tão coordenada e penetrante... Nas músicas em que ele não esteve só as duas presenças adicionais foram relativamente acessórias. Digo isto certamente com injustiça, mas digo-o porque não me queria distrair da execução perfeita do José e isso acabou por acontecer.
Apesar dos períodos de afinação da guitarra entre as músicas serem curtos chegavam bem para quem conhecesse as músicas em pormenor reconhecer as seguintes. Foi engraçado reparar nisso apesar de eu, pouco conhecedor da música do senhor, só ter conseguido antever o "Heartbeats". Foi um momento bastante agradável.
Curiosamente as músicas que mais gosto de ouvir em álbum (por exemplo a "Heartbeats") foram aquelas em que achei a sua performance menos fantástica. Foi também pena, grande pena, ele não ter cantado a sua versão do "Love Will Tear Us Apart". Fazia intenção de voltar a ouvir a Aula Magna em peso cantar esse refrão. Essa é uma imagem marcante com que fiquei do concerto dos Nouvelle Vague. Contava enriquecê-la...
28 de Abril, Aula Magna de Lisboa, sala cheia, concerto esgotado.
Uma entrada tardia fez-me ficar mais longe do que gostava.
José González sobe ao palco, consigo traz 1 guitarra que virá a ter uma relação muito estreita com os microfones durante todo o concerto. Traz também as suas quatro mãos e uma voz que gostava de ter ouvido, só para experimentar, sem o eco com que é sintetizada.
Eu disse "Dá-lhe Zé!", ele deu-lhe, e muito. A perfeição e a sintonia da sua performance surpreenderam-me. Não esperava uma execução tão perfeita, um som tão bem afinado, uma voz tão coordenada e penetrante... Nas músicas em que ele não esteve só as duas presenças adicionais foram relativamente acessórias. Digo isto certamente com injustiça, mas digo-o porque não me queria distrair da execução perfeita do José e isso acabou por acontecer.
Apesar dos períodos de afinação da guitarra entre as músicas serem curtos chegavam bem para quem conhecesse as músicas em pormenor reconhecer as seguintes. Foi engraçado reparar nisso apesar de eu, pouco conhecedor da música do senhor, só ter conseguido antever o "Heartbeats". Foi um momento bastante agradável.
Curiosamente as músicas que mais gosto de ouvir em álbum (por exemplo a "Heartbeats") foram aquelas em que achei a sua performance menos fantástica. Foi também pena, grande pena, ele não ter cantado a sua versão do "Love Will Tear Us Apart". Fazia intenção de voltar a ouvir a Aula Magna em peso cantar esse refrão. Essa é uma imagem marcante com que fiquei do concerto dos Nouvelle Vague. Contava enriquecê-la...
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